OUIJA


O Nosso ponto de vista:

Somos todos leigos e curiosos quanto ao outro lado, quanto à vida pós a morte, quanto ao nosso destino.

Creio eu, contradizendo o que dizia Chico Xavier (“O telefone não toca daqui pra lá!”), que podemos sim efetuar essa chamada, desde que com as devidas precauções e respeito acima de tudo.

Não encaramos a OUIJA como uma brincadeira, mas como um estudo e como a oportunidade de manter contato com pessoas sabias ou não, mas que sim, conhecem a parte oculta da pós vida. Há sim riscos, e estes não podem ser desconsiderados.

Muitas lendas e suposições rondam esta técnica, algumas verdadeiras outras nem tanto…

Tentarei relatar em alguns posts experiências, técnicas que usamos e resultados obtidos.

Peço desde já licença e muita luz aos espíritos necessitados.

Toda palavra tem poder e precisamos escolher sempre bem o que dizer ou escrever.

Leia abaixo Origem e Críticas retiradas do Wikipédia.

E no próximo post começaremos com “nossos” relatos e tudo mais.

Filip Cortin

Origem

O princípio que baseia o tabuleiro Ouija ficou conhecido depois de 1848, ano em que duas irmãs estadunidenses, Kate e Margaret Fox, supostamente contactaram um vendedor que havia morrido anos antes e espalharam uma febre espiritualista pelos Estados UnidosEuropa. Há também indícios de que o princípio teria sido aperfeiçoado por um espiritualista por volta de 1853, chamado M. Planchette, que teria inventado o indicador de madeira que é utilizado até hoje.

Críticas

Além das tradicionais críticas dos céticos, o tabuleiro Ouija também é criticado entre os espiritualistas. O famoso Edgar Cayce declarou-os perigosos. Críticos avisam que maus espíritos poderiam enganar os participantes e possuí-los espiritualmente.

No meio especializado, há diversos avisos contra o uso do tabuleiro por pessoas desavisadas. Há também notícias de tablóides relatando casos de suposta possessão demoníaca em decorrência de sessões envolvendo espíritos malignos.

Igreja Católica é crítica com o tabuleiro e a brincadeira do copo, assim como as experiências de seus fiéis na busca pelo contato com os mortos, em geral. A recomendação dos padres é que os fiéis se mantenham distantes de participações nesse tipo de evento.

Da mesma forma, Igrejas Evangélicas costumam acusar essas práticas como “brincadeiras com demônios”.

doutrina espírita orienta no Livro dos Médiuns que estas práticas devem ser evitadas uma vez que, normalmente, são utilizadas para curiosidades em geral e perguntas vãs apenas, longe da seriedade exigida no intercâmbio com a espiritualidade benfeitora, e, dessa forma, é mais provável a presença de espíritos levianos e zombeteiros, sem nenhum interesse com a verdade e com a dignidade, do que espíritos bons e esclarecidos comprometidos com a divulgação das propostas morais e éticas da Vida.

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